{"id":2696,"date":"2026-01-12T05:46:30","date_gmt":"2026-01-12T08:46:30","guid":{"rendered":"https:\/\/www.encontrabelavista.com.br\/sobre\/falecidos-19-12-25\/"},"modified":"2026-01-12T05:46:30","modified_gmt":"2026-01-12T08:46:30","slug":"falecidos-19-12-25","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.encontrabelavista.com.br\/sobre\/falecidos-19-12-25\/","title":{"rendered":"FALECIDOS 19\/12\/25"},"content":{"rendered":"<div class=\"66f7afe30d5ab11a5499ffbde64f8398\" data-index=\"1\" style=\"float: none; margin:0px;\">\n<!-- Anuncio display - global -->\r\n<ins class=\"adsbygoogle\"\r\n     style=\"display:block\"\r\n     data-ad-client=\"ca-pub-8585364105181520\"\r\n     data-ad-slot=\"8789329856\"\r\n     data-ad-format=\"auto\"\r\n     data-full-width-responsive=\"true\"><\/ins>\r\n<script>\r\n     (adsbygoogle = window.adsbygoogle || []).push({});\r\n<\/script>\r\n\n<\/div>\n<h2>Homenagem a Iolanda Mistura Colosso<\/h2>\n<p>Iolanda Mistura Colosso, carinhosamente chamada de Landa, viveu uma longa e rica vida, chegando aos 93 anos. Seu falecimento, ocorrido no dia 19 de dezembro de 2025, deixa um legado de amor e mem\u00f3rias nost\u00e1lgicas para seus familiares e amigos. Vi\u00fava do Sr. Geraldo Colosso, Iolanda n\u00e3o apenas construiu uma vida ao lado do marido, mas tamb\u00e9m criou uma fam\u00edlia unida, que inclui seus filhos Jairce, Valdir e Amauri.<\/p>\n<p>Residente na Avenida Luiz Gambeta Sarmento, em Jardim Bela Vista, Iolanda sempre foi conhecida por sua generosidade e gentileza. Ela era uma matriarca que valorizava as tradi\u00e7\u00f5es familiares e sempre estava presente nas ocasi\u00f5es importantes. Uma de suas caracter\u00edsticas mais lembradas \u00e9 o carinho com que acolhia todos ao seu redor. Com um esp\u00edrito acolhedor, ela n\u00e3o apenas considerava seus filhos, mas tamb\u00e9m tratava todos os amigos e vizinhos como parte de sua fam\u00edlia. Essas rela\u00e7\u00f5es cravaram uma profunda marca na vida da comunidade.<\/p>\n<p>Seu sepultamento est\u00e1 programado para o dia 20 de dezembro de 2025, \u00e0s 10h30, no Cemit\u00e9rio Municipal S\u00e3o Jo\u00e3o da Boa Vista, onde ela encontrar\u00e1 descanso eterno. Iolanda deixa uma hist\u00f3ria rica que ser\u00e1 contada entre gera\u00e7\u00f5es, n\u00e3o apenas atrav\u00e9s de seus filhos, mas tamb\u00e9m pelas numerosas vidas que ela listou em sua jornada.<\/p>\n<p><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/www.encontrabelavista.com.br\/sobre\/wp-content\/uploads\/falecidos-19-12-25.webp\" alt=\"\" loading=\"lazy\" \/><\/p>\n<h2>O Legado de Dulmar Braz<\/h2>\n<p>Dulmar Braz, aos 77 anos, faleceu no dia 18 de dezembro de 2025. Casado com Marli Luiz Braz, Dulmar reside na Rua Joaquim Jos\u00e9 da Costa Oliveira, no Jardim Priscila. Al\u00e9m de Marli, ele deixa suas filhas Carolina e Mariana, que certamente continuar\u00e3o seu legado. A perda de Dulmar representa n\u00e3o apenas uma dor pessoal para sua fam\u00edlia, mas tamb\u00e9m um luto coletivo para aqueles que tiveram a oportunidade de conhec\u00ea-lo.<\/p>\n<p>Dulmar era um homem de princ\u00edpios, que se dedicou a sua fam\u00edlia e comunidade. Sempre engajado em atividades que promoviam o bem-estar dos outros, ele atuava em diversas frentes, desde pequenos servi\u00e7os volunt\u00e1rios at\u00e9 organiza\u00e7\u00e3o de eventos que promoviam a uni\u00e3o e a alegria na vizinhan\u00e7a. Sua falta ser\u00e1 sentida, especialmente em momentos onde sua presen\u00e7a sempre foi uma fonte de apoio.<\/p>\n<p>O sepultamento de Dulmar est\u00e1 marcado para o dia 19 de dezembro, \u00e0s 15h, no mesmo cemit\u00e9rio, restando aos amigos e familiares a responsabilidade de manter viva a chama de sua lembran\u00e7a. Dulmar ser\u00e1 sempre lembrado por sua habilidade de inspirar outros e por seus gestos altru\u00edstas que enriqueciam a vida de quem o cercava.<\/p>\n<h2>Recordando Raphaela Fracari Mariano<\/h2>\n<p>Raphaela Fracari Mariano, de apenas 27 anos, faleceu no dia 17 de dezembro de 2025. Casada com Renan Concentine Lacerda e residente na Rua Felicio Rossi, Jardim Santa Clara, Raphaela era uma jovem cheia de vida e sonhos. Sua partida prematura deixa um vazio profundo n\u00e3o somente em sua fam\u00edlia, que n\u00e3o teve a oportunidade de ter filhos, mas em todos que tiveram a sorte de cruzar seu caminho e conhecer sua luz.<\/p>\n<p>Raphaela era conhecida por seu sorriso contagiante e energia positiva, que rapidamente iluminava o ambiente. Ela sempre buscava fazer o bem e compartilhar momentos de felicidade com os outros. Apesar de ter vivido poucos anos, fez amigos por onde passou, sempre se lembrando de valorizar as pequenas alegrias do dia a dia. O sepultamento de Raphaela est\u00e1 agendado para o dia 18 de dezembro, \u00e0s 16h30, e embora sua vida tenha sido breve, j\u00e1 deixou uma marca indel\u00e9vel na vida de muitos.<\/p>\n<h2>Ecio Luiz Lima de Araujo: Uma Vida em Mem\u00f3ria<\/h2>\n<p>Ecio Luiz Lima de Araujo, que partiu no dia 16 de dezembro de 2025 aos 66 anos, tamb\u00e9m marca uma p\u00e1gina importante nesse contexto de lembran\u00e7as e homenagens. Casado com Ana Paula de Araujo Soriano, Ecio viveu na Rua Andr\u00e9 Valentim, no Alto da Paulista. Ele era pai da Marina, que sentir\u00e1 enormemente a falta de seu pai.<\/p>\n<p>A vida de Ecio foi repleta de desafios e conquistas. Ele sempre foi uma figura respeitada na comunidade, n\u00e3o apenas por sua \u00e9tica de trabalho e compromisso familiar, mas tamb\u00e9m pela forma como se preocupava com os vizinhos e amigos. Ecio participava ativamente de atividades comunit\u00e1rias, sempre disposto a oferecer ajuda e suporte. Seu falecimento representa para muitos uma perda n\u00e3o apenas de um amigo, mas de um mentor e conselheiro.<\/p>\n<p>O sepultamento de Ecio est\u00e1 marcado para o dia 17 de dezembro, \u00e0s 16h30. Sua mem\u00f3ria viver\u00e1 atrav\u00e9s de seu legado, que \u00e9 uma verdadeira mostra do impacto que uma vida pode ter na comunidade. Mesmo na dor da perda, a celebra\u00e7\u00e3o da vida de Ecio traz ensinamentos sobre amor, solidariedade e compromisso com o pr\u00f3ximo.<\/p>\n<h2>Os Impactos da Perda na Comunidade<\/h2>\n<p>A partida de indiv\u00edduos significativos de uma comunidade toca a todos, criando um sentimento de luto coletivo. Iolanda, Dulmar, Raphaela e Ecio n\u00e3o eram apenas nomes; eram pessoas que trouxeram vida, alegria e apoio para sua vizinhan\u00e7a. Cada um deles deixou um peda\u00e7o de si em sua comunidade, seja atrav\u00e9s do servi\u00e7o ao pr\u00f3ximo, do amor pela fam\u00edlia ou simplesmente pelo prazer de estar presente nas vidas alheias.<\/p>\n<p>A perda de figuras p\u00fablicas ou pessoais afeta a estrutura emocional do entorno. Comunidades inteiras se re\u00fanem para compartilhar suas mem\u00f3rias, para contar hist\u00f3rias e tentar encontrar conforto em meio ao luto. Essa \u00e9 uma das raz\u00f5es pelas quais o obitu\u00e1rio \u00e9 t\u00e3o crucial: ele se torna uma forma p\u00fablica de reconhecimento e celebra\u00e7\u00e3o das vidas daqueles que partiram.<\/p>\n<p>A mem\u00f3ria coletiva pode criar la\u00e7os ainda mais fortes entre os moradores, promovendo um senso de uni\u00e3o e solidariedade. O luto traz sentimentos complexos, mas tamb\u00e9m pode servir como um catalisador para fortalecer liga\u00e7\u00f5es e apoio m\u00fatuo, enfatizando a import\u00e2ncia de viver plenamente e valorizar os relacionamentos.<\/p>\n<h2>Lembran\u00e7a e Respeito no Obitu\u00e1rio<\/h2>\n<p>O obitu\u00e1rio, al\u00e9m de informar sobre as perdas, serve como um tributo que permite que os que ficaram reflitam sobre o legado da pessoa. Ao tornar p\u00fablicas as hist\u00f3rias de Iolanda, Dulmar, Raphaela e Ecio, seus familiares oferecem a oportunidade de que outros compartilhem sua dor e suas mem\u00f3rias. Essa viv\u00eancia compartilhada ajuda a solidificar a import\u00e2ncia de cada um, tanto em suas vidas pessoais quanto na sociedade que os cerca.<\/p>\n<p>Esse espa\u00e7o \u00e9 fundamental. Ele n\u00e3o apenas d\u00e1 visibilidade \u00e0s trajet\u00f3rias individuais, mas convida a comunidade a entrar no espa\u00e7o de luto. Dessa forma, o obitu\u00e1rio transforma a dor pessoal em uma manifesta\u00e7\u00e3o coletiva, um evento que \u00e9 respeitosamente dividido e reconhecido por todos. Ao divulgar as hist\u00f3rias de vida, reconhece-se o impacto que cada indiv\u00edduo teve na constru\u00e7\u00e3o de la\u00e7os e de um futuro melhor para aqueles que ficam.<\/p>\n<h2>Como as Hist\u00f3rias de Vida nos Atingem<\/h2>\n<p>As hist\u00f3rias de vida de indiv\u00edduos que partem sempre nos tocam de forma profunda. Cada relato sobre a trajet\u00f3ria ofusca as fronteiras do tempo e do espa\u00e7o, superando barreiras interpessoais. O modo como Iolanda iluminou os dias de seus filhos ou como Dulmar se comprometeu com o bem-estar da vizinhan\u00e7a fala sobre os la\u00e7os humanos que nos conectam.<\/p>\n<p>A vida, com suas experi\u00eancias e li\u00e7\u00f5es, \u00e9 como um livro em que cada cap\u00edtulo \u00e9 escrito com amor, desafios, supera\u00e7\u00f5es e mem\u00f3rias. Quando lemos sobre a vida de pessoas como essas, temos a oportunidade de refletir sobre a nossa pr\u00f3pria jornada e o impacto que criamos nas vidas ao nosso redor. Isso nos leva a um espa\u00e7o de introspec\u00e7\u00e3o, onde podemos considerar as rela\u00e7\u00f5es que estamos cultivando e a forma como estamos construindo nosso legado.<\/p>\n<p>Desse modo, a morte n\u00e3o \u00e9 somente um ponto final, mas uma continua\u00e7\u00e3o do que foi constru\u00eddo ao longo da vida. As hist\u00f3rias de Iolanda, Dulmar, Raphaela e Ecio nos relembram da import\u00e2ncia de nos conectarmos, cultivar amor e deixar uma marca positiva na vida dos outros.<\/p>\n<h2>Evid\u00eancias de Amor e Lembran\u00e7a<\/h2>\n<p>O amor \u00e9 uma das for\u00e7as mais poderosas que um ser humano pode experimentar. Essa for\u00e7a \u00e9 trazida \u00e0 luz em momentos de perda. As rela\u00e7\u00f5es constru\u00eddas por Iolanda, Dulmar, Raphaela e Ecio refletem o amor forte e o carinho que se integraram em suas vidas e na vida de outros. Ent\u00e3o, mesmo na dor da separa\u00e7\u00e3o f\u00edsica, esse amor se torna um la\u00e7o indestrut\u00edvel que continua a influenciar a vida de quem ficou.<\/p>\n<p>As mem\u00f3rias, sejam elas de momentos de celebra\u00e7\u00e3o, de ensinamentos ou de simples momentos partilhados, se tornaram as evid\u00eancias que sustentam o legado de amor que cada um desses indiv\u00edduos deixou para aquele grupo. Cada mem\u00f3ria contada serve para manter viva a ess\u00eancia da pessoa, transcender o luto e estabelecer uma continuidade do que o amor representa.<\/p>\n<p>\u00c9 nesse espa\u00e7o que a pr\u00e1tica de lembrar e honrar os que partiram se torna t\u00e3o essencial. As mem\u00f3rias, mais do que simples recorda\u00e7\u00f5es, s\u00e3o atos de amor que nos ajudam a manter a conex\u00e3o com aqueles que amamos. Mesmo em sua aus\u00eancia, a presen\u00e7a deles pode ser sentida em cada lembran\u00e7a significativa que carregamos e compartilhamos com outros.<\/p>\n<h2>Cultivando Mem\u00f3rias atrav\u00e9s do Obitu\u00e1rio<\/h2>\n<p>O obitu\u00e1rio, como um relato final da vida, \u00e9 uma maneira de cultivar a mem\u00f3ria da pessoa que partiu. \u00c9 um espa\u00e7o para honrar aqueles que deixaram uma marca indel\u00e9vel no mundo. No contexto das partidas de Iolanda, Dulmar, Raphaela e Ecio, o obitu\u00e1rio se torna uma plataforma de celebra\u00e7\u00e3o, onde os amigos e familiares t\u00eam a chance de recordar as virtudes e conquistas de cada um.<\/p>\n<p>Cada hist\u00f3ria contada n\u00e3o apenas ajuda a informar a comunidade sobre a perda, mas tamb\u00e9m atua como um convite para que todos compartilhem suas mem\u00f3rias e sentimentos. Esses espa\u00e7os de recorda\u00e7\u00e3o s\u00e3o cruciais para que as viv\u00eancias se tornem parte do legado coletivo, e a vida dos que partiram seja perp\u00e9tua nas mem\u00f3rias dos que ficaram.<\/p>\n<p>Al\u00e9m disso, o obitu\u00e1rio serve como um testemunho da import\u00e2ncia de cada um no seio da comunidade. Ele incita a reflex\u00e3o sobre o papel que cada um desempenha na vida dos que os rodeiam, promovendo um ciclo saud\u00e1vel de recorda\u00e7\u00e3o e gratid\u00e3o.<\/p>\n<h2>Reflex\u00f5es sobre a Vida e a Morte<\/h2>\n<p>A vida e a morte s\u00e3o duas faces da mesma moeda. Enquanto celebramos as vidas de Iolanda, Dulmar, Raphaela e Ecio, a reflex\u00e3o sobre o significado de suas exist\u00eancias nos leva a pensar em nossa pr\u00f3pria trajet\u00f3ria. O ciclo da vida nos ensina que a morte n\u00e3o \u00e9 um fim, mas uma transi\u00e7\u00e3o que deve ser vivida com significado. A forma como vivemos e nos relacionamos aqui e agora \u00e9 o que deixamos como legado.<\/p>\n<p>As reflex\u00f5es sobre a vida e a morte nos mostram a fragilidade da exist\u00eancia, mas tamb\u00e9m a for\u00e7a que temos para celebrar e honrar aqueles que amamos. Cada lembran\u00e7a, cada gesto de carinho, \u00e9 uma forma de perpetuar as ess\u00eancias dos que partiram. Ao reunir-se em torno das hist\u00f3rias de vida, a comunidade se fortalece em torno do amor e da mem\u00f3ria, criando um cen\u00e1rio onde a passagem do tempo n\u00e3o apaga sua luz, mas a torna cada vez mais brilhante.<\/p>\n<p>Com isso em mente, relembrar as vidas de Iolanda, Dulmar, Raphaela e Ecio n\u00e3o \u00e9 apenas um lamento pela perda, mas uma celebra\u00e7\u00e3o da vida que eles viveram plenamente. Suas hist\u00f3rias permanecem entre n\u00f3s, moldando nossa percep\u00e7\u00e3o sobre o que significa viver e amar, e nos inspirando a criar nossos pr\u00f3prios legados.<\/p>\n\n<div style=\"font-size: 0px; height: 0px; line-height: 0px; margin: 0; padding: 0; clear: both;\"><\/div>","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>FALECIDOS 19\/12\/25: conhe\u00e7a os homenageados deste dia especial.<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":2695,"comment_status":"open","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[6],"tags":[],"class_list":["post-2696","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-noticias-na-bela-vista","has_thumb"],"aioseo_notices":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.encontrabelavista.com.br\/sobre\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2696","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.encontrabelavista.com.br\/sobre\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.encontrabelavista.com.br\/sobre\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.encontrabelavista.com.br\/sobre\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.encontrabelavista.com.br\/sobre\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=2696"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.encontrabelavista.com.br\/sobre\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2696\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.encontrabelavista.com.br\/sobre\/wp-json\/wp\/v2\/media\/2695"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.encontrabelavista.com.br\/sobre\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=2696"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.encontrabelavista.com.br\/sobre\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=2696"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.encontrabelavista.com.br\/sobre\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=2696"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}